jan 18

O que é e como é feito o processo de reciclagem

De maneira mais correta, podemos dizer genericamente que o termo “reciclagem” refere-se ao transporte e reaproveitamento de um certo material que contemple matéria-prima para a criação de um novo produto. Para você ter ideia, muitos são os materiais que podem ser reciclados. Entre eles, podemos citar os mais famosos:

  •         Papel;
  •         Metal;
  •         Plástico.

Dentro das maiores vantagens que podemos tirar do processo de reciclagem, podemos mais facilmente citar a reutilização das nossas próprias fontes naturais, onde muitas vezes não são renováveis. Além disso, conseguimos diminuir a quantidade de resíduos, além de impedir que novos recursos naturais sejam sacrificados para a produção de novos produtos.

Para você enteder melhor, basta assistir o vídeo a seguir:

A reutilização basicamente vai consistir na transformação de um determinado material que já tenha sido beneficiado por outro equivalente.

Como é o processo de reciclagem de plástico?

1-      Moagem

Todos os resíduos serão levados para um tipo de moinho, sendo reduzidos em tamanho;

2-      Lavagem com separação

Os recentes fragmentos, também chamados simplesmente de “flakes”, serão lavados cuidadosamente com água, havendo a separação graças a diferença das suas atuais densidades. Os materiais mais densos vão naturalmente afundar enquanto os demais ficarão na superfície. É desta forma que conseguimos realizar a separação;

3-      Secagem

Com os fragmentos já separados, eles serão secados com uma circulação contínua e mais aquecida;

4-      Extrusão

Graças aos flakes secos, será possível alimentar a máquina extrusora para ser fundidos com um elevado grau de aquecimento. Logo em seguida, eles serão levados para uma rosca para formarem filamentos que obtenham continuidade, sendo resfriado dentro de uma banheira e cortados corretamente em uma granuladora. É por conta disso que será possível formular grânulos de material plástico para serem mais facilmente reciclados.

dez 13

Reciclagem de alumínio e papel

Muitas pessoas estão me perguntando como são feitas as reciclagens de alumínio e papel. Afinal, trata-se simultaneamente de dois materiais muito presentes em nossa vida de consumo. Para você que faz a mesma pergunta todos os dias, vou ajudar em sua dúvida.

Reciclando o alumínio

Logo após o acontecimento e recolhimento do alumínio, geralmente os catadores vão vendê-lo para cooperativas, de acordo com a coleta seletiva solidária. A partir disso, acontecerá a prensa de todo o material da coleta, seguindo todos os parâmetros para sua fundição. Logo em seguida, acontecerá a utilização de equipamentos altamente tecnológicos para se livrar de impurezas do material, encaminhando-o direto para os fornos rotativos.

alumínio

O alumínio trabalho será fundido e transformado em alumínio líquido, sendo possível ser utilizado para a confecção de placas e ligas em geral.

Todos os produtos vão atender vários segmentos, principalmente a indústria de carros junto aos seus bens de consumo. No entanto, não podemos esquecer que a utilização dos produtos que tenham alumínio deverão ser diferentes no processo de acolhimento, devendo sempre atender as especificações exigidas.

As cooperativas citadas acima deverão preencher as embalagens de acordo com cada produto, distribuindo para supermercados e outros distribuidores. Geralmente, todo o processo dura em torno de trinta dias contados.

Reciclando o papel

Primeiramente, é interessante começar dizendo que a reciclagem do papel vai impedir o acúmulo de diversos aterros sanitários, gastando sempre menos energia e gerando bastante renda. É desta maneira que vamos conseguir diminuir o consumo de diversos recursos naturais, como a madeira é própria água.

papel

Já se unindo com a coleta seletiva, será necessário preservar a toda a integridade do papel para fomentar o procedimento facilitado para coleta. A mesma deverá evitar a contaminação do papel, aumentando ainda mais o seu valor para diminuir os custos futuros para reciclagem.

O resto do papel sempre vai apresentar problemas na hora da reciclagem. Tudo isso acontece devido ao seu alto teor de contaminação e uma incorreta separação. No entanto, para você conseguir melhorar a qualidade do seu papel, é importante acontecer um investimento mais pesado tanto em educação quanto informação.

Dentro do que já foi falado, a triagem também é algo fundamental nesta fase: veja que o papel irá sofrer uma seleção bem exclusiva onde, de maneira inicial, será retirado algumas matérias mais perigosas para fomentar todo o processo do equipamento. Depois disso, os resíduos, que normalmente vem em conjunto com o papel, deverão ser separados para evitar qualquer tipo de problema. No final, será possível garantir toda a eficiência e qualidade de toda a execução, dando lugar para o inicio de novas encomendas e produtos.

nov 01

Coleta Seletiva Solidária: hora de mudar!

Acredito que não é surpresa para ninguém que, no Brasil, a gestão dos resíduos sólidos sempre esteve as mãos de algumas empresas onde, junto aos poderes municipais, terceirizam os serviços de limpeza pública de acordo com cada região. Segundos algumas pesquisas do IBGE realizados no ano de 2010, o contrato destas empresas chega a representar praticamente ¼ dos orçamentos locais.

Coleta Seletiva Solidária: hora de mudar!

Infelizmente, muitas denuncias acabaram por surgir pelas diversas mãos dos movimentos fomentados por catadores, gestores da área e de urbanistas. Tal modelo, aliado a um custo realmente elevado, torna-se ineficiente dentro do ideal ecológico e acaba gerando diversos problemas em um ambiente geral, uma vez que nem de perto estas empresas focam seus esforços exclusivamente na reciclagem.

Surgindo como um verdadeiro rival para este tipo de posicionamento, com a ajuda de alguns municípios em nosso Brasil, um modelo chamado “coleta seletiva solidária” foi criado. Este projeto consiste em contratar cooperativas de catadores de materiais recicláveis para conseguirem prestar serviço dentro da prática de coleta seletiva. É desta maneira que, ao se aliar com a articulação do governo municipal, a gestão dos resíduos sólidos com foco na preservação ambiental e inclusão social consegue ser mais facilmente potencializada e colocada finalmente em prática.

Dentro de todo o planejamento, surgiu a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), sendo aprovada somente em 2010 bem após a tramitação do congresso, reafirmando ainda mais a ação de tratamento em relação a questão de resíduos sólidos no Brasil a partir de uma determinada esfera social. De acordo com esta estratégia, sempre levando em consideração a existência da grande massa de pessoas que conseguem tirar o seu sustento graças aos resíduos.

Este caminho está indo muito bem em diversos lugares. Já fazem alguns anos que as cooperativas de Campinas, por exemplo, sofrem graças a falta de apoio do poder público. Algumas até fecharam suas portas graças a esta iniciativa.

E você? Pronto para ajudar?